Sobre o Compositor
Fernando Britto é compositor e pianista, com obras interpretadas por grupos de câmara, orquestras e bandas no Brasil e no exterior. Ganhador do VII Concurso de Composição do Gramado in Concert com Vozes da Amazônia – Fantasia Sinfônica, conquistou também, em novembro de 2025, o Ressonâncias – Prêmio Joseense de Composição com Fantasia Aeronáutica. Sua música vem sendo executada por grupos como a Orquestra de Cordas de Córdoba (AR), Banda Sinfônica de Córdoba (AR), Banda Sinfônica do Exército, Banda Sinfônica de Cubatão, Banda Filarmônica de São Paulo, Banda Sinfônica Paulista, Banda Sinfônica de Sumaré, Camerata Joseense, Orquestra Sopros do Rio (RJ), Quinteto Metal Arte, Orquestra Filarmônica de São Caetano do Sul, Orquestra Sinfônica do Festival de Gramado, Orquestra do Theatro da Paz, além de diversos grupos de câmara em concertos e gravações.

Entre suas obras mais recentes, destacam-se o Concerto para Violoncelo, estreado por Antônio Lauro Del Claro e pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (Belém-PA); Selva de Pedra – Abertura para Banda, estreado pela Banda Filarmônica de São Paulo na Sala São Paulo; Ibis Escarlate – O Voo do Guará, poema sinfônico estreado pela Banda Sinfônica de Cubatão; Sinfonia nº 1 – Biomas do Brasil, estreada pela Banda Sinfónica de Córdoba (Argentina); Vitória – Concerto para Eufônio e Orquestra de Cordas, estreado por Phillips Thor e pela Camerata SESI de Vitória; Orgelfest, para órgão, estreada por Fernando Gabriel em Hamburgo; Fantasia Nordestina, estreada em Roma pelo mesmo organista; Sob a Máscara, escrita para o Percorso Ensemble no Festival de Verão de Campos do Jordão; e A Criação, poema sinfônico encomendado e estreado pela Banda Sinfônica Paulista.
Paralelamente à música de concerto, atua também na criação de trilhas sonoras. Compôs a música de abertura do documentário A Era dos Humanos, gravado pelo Quarteto da Cidade de São Paulo no Estúdio Jacarandá e foi responsável pela orquestração da trilha do curta Eu Tenho uma Voz (música de Bibi Cavalcanti e Clara Verdier), ambas produções do catálogo GloboPlay.
Natural de Mauá (SP), é bacharel em Composição pela Faculdade de Artes Alcântara Machado (FAAM). Na EMESP, estudou Regência com Roberto Farias e Abel Rocha, e Composição com Arrigo Barnabé. Aperfeiçoou-se ainda em festivais e cursos com João Guilherme Ripper, André Mehmari, Clarice Assad, Derek Bermel, Alexandre Guerra e João Ferreira de Almeida.
"Minha missão é criar uma música universal, capaz de transcender linguagens e atravessar fronteiras, movendo-se livremente entre formas e tradições. Uma música que se alimente do diálogo entre memória, território e transformação, revelando, em cada nota, a força do encontro e da mudança."























